
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
SÃO PAULO FASHION WEEK 2008
MOSAICO DE ESPELHO - RIO LOUNGE
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Semiótica 6 – Sob a Ótica de Peirce – Classificações dos signos.
Os signos são classificados de acordo com o contato que temos com um determinado objeto.
Pode ser:
• Primeiridade: quando temos apenas o primeiro contato, a primeira reação, sem perceber formas e sem dar sentido aquilo. Ex 1: uma mancha branca no céu.
• Secundidade: quando percebemos as “formas” daquilo: Ex: uma nuvem.
• Terceiridade: Quando percebemos que aquilo tem um sentido. Ex: Aglomerado de nuvens escuras que nos remete a “ vem chuva ai”.
Outro exemplo:
1) Primeiridade: conjunto de pixels.
2) Secundidade: grafia da palavra “AMOR” impressa na tela.
3) Terceiridade: aquela grafia representando um sentimento humano.
Percebemos que há neste caso: o objeto (conjunto de pixel), o significante ou o material (grafia da palavra “amor”) e o significado (sentimento humano).
Concluindo: o contato que fazemos com qualquer símbolo, ícone ou forma pode passar por estas três etapas. Um borrão fica só na primeiridade (não tem forma nem sentido).
Esta grafia: “lasdkfjsdklfj” fica na secundidade (pios o conjunto de pixles, tem uma forma, só não tem sentido)
Uma palavra com sentido (como a palavra “AMOR”) passa pelas três, chegando a terceiridade. Pois ela é um conjunto de pixel (primeiridade) com forma (grafia) e tem um sentido (sentimento).
Imagina uma situação:
Um aglomerado de pixel na tela (primeiridade), tem a seguinte forma gráfica: “Au jour d´hui” (secundidade). Mas para alguém que não sabe nada de francês ela não tem nenhum sentido.
Ou seja: só chega na terceiridade se o cara que está interpretando saber francês. Para quem não sabe, ela fica na secundidade.
Isso é muito importante na hora de criarmos sites, marcas, músicas, matérias, arquiteturas e etc.
NOTA: para os curiosos de plantão esta palavra “Au jour d´hui” veio do latim que significava “o dia de agora”, mas os franceses comprimiram a palavra até ficar assim e significa “hoje”. (lê se ô-júr-dui – fale rápido e perceba semelhança com a nossa palavra “HOJE” do bom português)
A classificação dos signos é muito mais complexa. Lembre-se que foi abordada de uma maneira superficial. Apenas para você entender um pouco do assunto.
Semiótica 5 – Sob a ótica de Peirce – Exemplos.
Objeto: Suástica.

Para quem não conhece muito de simbologia e vive nos tempos atuais ela vai nos remeter a ideologia nazista, de qualquer maneira, certo?
Exemplo:
Ou seja, qualquer objeto pode ser interpretado de várias maneiras diferente, e isso é preciso saber na hora de criarmos os elementos. Se formos fazer um projeto para um romano do século II (rsssss) a suástica será boa sorte. Mas para um jovem dos dias atuais, ela remeterá o Nazismo (e tudo que ele representa: morte, holocausto, massacres e etc).
Até a junção de cores com determinados elementos passam uma representação diferente.
No próximo artigo, irei falar um pouco sobre a classificação do signos (sob a ótica de Peirce), abraço e até lá.
Semiótica 4 - Sob a Ótica de Peirce (se lê “pãrrrsi” e não Pííírrce)
Ao invés de julgar signo como uma combinação significado/significante, Peirce diz que o signo se compreende em uma relação triádica.
Exemplos:

Se ele estivesse em madeira (representâmen) ele daria uma impressão de um amuleto, algo antigo.
Se ele fosse mostrado a um personagem de Dan Brown, este o entenderia como a representação do femino. (rssss)
Se estivesse de ponta cabeça (representâmen) iria nos remeter ao satanismo ou a bandas de “black metal”
É importante notar que qualquer objeto é representado de uma maneira específica e devido a isso ele terá uma interpretação específica. Esta interpretação pode ser consciente ou não.
Eis então a nossa amiga e tão importante psicologia e o famoso estudo de Gestalt .
Fácil não? No próximo artigo trarei mais alguns exemplos.
Semiótica 3 – Hjelmslev, Umberto Eco, Jakobson, Morris e Greimas
Nota: Gosta muito do trabalho de Umberto Eco (alguém já viu/leu: “O nome da rosa”?) e pretendo falar mais dele por aqui, recomendo o livro: Tratado Geral da Semiótica. Ed. Perspectiva.
Obs: O texto abaixo foi tirado da Wikipedia.
E está bem incompleto.
Louis Hjelmslev
Louis Hjelmslev (1899-1965) complexifica os conceitos utilizados por Saussure. Segundo Hjelmslev, e por uma questão de clareza, a «expressão» deverá substituir o termo saussuriano de significante, assim como o «conteúdo» deve substituir o de significado. Tanto a expressão como o conteúdo possuem dois aspectos, a «forma» e a «substância» - que em Saussure são por vezes confundidos com «significante» e «significado». Os signos são por isso, para Hjelmslev, constituídos por quatro elementos e não dois, como propunha Saussure.
Umberto Eco
Umberto Eco (1932), além de ser um dos que tentou resumir de forma mais coerente todo o conhecimento anterior, tentando dissipar dúvidas e unir idéias semelhantes expostas de formas diferentes, introduz novos relativamente aos tipos de signos que considera existir. São os «diagramas», signos que representam relações abstratas, tais como fórmulas lógicas, químicas e algébricas; os emblemas, figuras a que associamos conceitos (ex: cruz -» cristianismo); os desenhos, correspondentes aos ícones e as inferências naturais, os índices ou indícios de Peirce, as equivalências arbitrárias, símbolos em Pierce e, por fim, os sinais, como por exemplo o código da estrada, que sendo indícios, se baseiam num código ao qual estão associados um conjunto de conceitos.
Roman Jakobson
Roman Jakobson, nascido em Moscovo, em 1896, introduziu o conceito das funções da linguagem :• a emotiva, que «denota» a carga do emissor na mensagem;• a injuntiva, relativa ao destinatário;• a referencial, relativa àquilo de que se fala;• a fática, relativa ao canal da comunicação;• a metalingüística, relativa ao código;• a poética, relativa à relação da mensagem consigo mesma.Se Jakobson fala das funções da linguagem, Guiraud diferencia os códigos. E é nos códigos lógicos que está o mais importante para os signos. Nestes, ele releva os «paralinguísticos», associados a aspectos da linguagem verbal (ex: escritas alfabética, escritas idogramáticas. Associar números a pedras é ter e ser um código deste tipo : códigos práticos, ligados às sinaléticas, às programações e a códigos de conhecimento (ex: sinais de trânsito) e por último, os epistemológicos, ou específicos de cada área científica.
Morris e Greimas
Morris e Greimas, dizem-nos que tudo pode ser signo consoante a nossa interpretação, deixanto em estado mais abrangente o conceito de signo. Porém, Morris diz-nos ainda que estes se dividem em• sintáticos, (ao nível da estrutura dos signos, o modo em como eles se relacionam e as suas possíveis combinações),• semântico, (analisando as relações entre os signos e os respectivos significado e, por último, a nível pragmático, estudando o valor dos signos para os utilizadores, as reações destes relativamente aos signos e o modo como os utilizamos).
Mais informações em Breve
Semiótica 2 - Sob a Ótica de Saussure (se lê “socir”)
E o que são os signos?
Para o lingüista suíço Saussure, os signos são nada mais que a mistura de um significado com um significante. Ou seja: a mistura dos traços materiais e a idéia/conceito que estes traços representam.
Ex: o símbolo “ € ” é uma mistura dos traços (feito de pixel na tela do seu computador) com a idéia de ser uma moeda da União Européia, certo? O traço está na tela e a idéia está no conceito dentre de sua cabeça. A junção disso forma-se um signo.
Sendo assim, um signo (sob a ótica d Saussure) é uma mistura de:• Significante - Uma forma material ou sonora, ex: rabiscos.• Significado – A idéia e o conceito que aquele “rabisco” trás para nós.
E se mostrarmos o símbolo “ € ” para um cara que é péssimo de geografia e nunca ouviu falar no Euro? Neste caso, o “ € ” deixou de ser um signo, pois ele é apenas um significante sem significado nenhum.
E se mostrarmos o símbolo “ € ” para um cara de uma tribo isolada que diz que isso significa um Deus para eles? Ai é um outro signo, pois há um outro significado.
Mas os formatos (e não formas) podem ter interpretações diferentes, e isso é uma falha desta teoria para nós webdesigners.
Exemplo 1.: Para um músico, um mesmo acorde tocado com distorção e sem distorção pode ter outro significado. Um pode representar rock já o outro uma música mais calma.
Exemplo 2.: A palavra “ATENÇÃO” tem um significado. Mas se ela estiver escrita enorme na tela, em negrito, vermelho e piscando. Teremos uma outra interpretação dela, algo tipo: “tenha muita atenção”.
Exemplo 3.: Um quadro de Picasso tem seu significante (formas, cores, curvas, retas e etc) e seu significado (vamos supor: a crítica à guerra civil espanhola). Mas, caso sua moldura for pesada, a obra pode representar algo de maior valor, e se for leve e o quadro pequenininho, algo de menos valor. (tudo isso, pode ser inconsciente)
Nestes casos e em muitos outros, esta teoria tem falhas para nós designers.
Para os jornalistas, redatores publicitários ou “webwriters” de plantão as idéias de Saussure são bem completas. Para quem quer aprofundar mais na redação, vale um estudo extra na Análise do Discurso de Bakhtin também.
Até a Próxima
Introdução a Semiótica
Este artigo falará sobre a famosa Semiótica e porque ela é tão importante no mundo do design, publicidade, jornalismo, comunicação, artes em geral e etc.
A semiótica é considera uma filosofia.Uma concepção de pensamento, ou seja, o estudo do processo de intercepção dos signos. Ela é considerada também uma ciência psíquica.
Se passou alguns “O que? Quando? Onde? Como? Porque?” na sua cabeça, não se preocupe, isso é normal.
A Semiótica é uma ciência e/ou uma filosofia que estuda os signos.
Nós, designers, jornalistas, redatores, publicitários, pintores, arquitetos, músicos, somos produtores signos. Ou seja: produzimos signos.
O conceito é complexo, mas iremos entender sem maiores problemas. Nos próximos artigos iremos falar mais sobre esta teoria de acordo com alguns autores. E logo, algumas análises de sites criados por aqui e pelo mundo.
Obs: Apesar de complexo, este conjunto de artigos aborda a semiótica de uma forma bem superficial e básica.
SEMIÓTICA E O DESIGN - Parte II
http://www.youtube.com/watch?v=Zf0E7Q3-F4g&NR=1No meu primeiro artigo (logo abaixo), fiz uma introdução sobre semiótica, tema que gera tanto discussões quanto dúvidas. Como e onde devemos aplicar toda aquela teoria? Nesta segunda parte, falarei mais sobre a aplicação da semiótica no design de interface especificamente.
Com esta definição já conseguimos concluir que semiótica cognitiva é tudo aquilo que faz uso de representações visuais e que tem um papel, além do estético e ilustrativo, exemplificativo. Em termos de aplicação, fica, entre outras coisas, o de estudar o modo como projetamos modelos mentais nas imagens (ou websites) que criamos e como a interpretação é uma tentativa de reconstrução do modelo mental do produtor (nós, os designers). Para praticar, é preciso pensar e criar estruturas que dêem suporte à interação homem x computador. Diferente de um projetista de software, um designer de interfaces deve ultrapassar as barreiras das estações de trabalho e criar estruturas que se adaptem ao pensamento das pessoas que irão acessar o website.
Como a semiótica é a ciência dos signos, podemos dizer que um signo é qualquer coisa que "está para alguma coisa" para alguém. Partindo deste princípio básico da semiótica, podemos citar como exemplo as "ferramentas" de um software, que embora possam ser concebidas como "ferramentas" em analogia às reais, os elementos de interface de software diferem destas por não existirem como objetos "físicos", mas como signos. O "pincel" num software (ou website) "está para" o pincel real e é representado por uma coleção de pixels na tela.
http://www.usabilidoido.com.br/
Oliveira, Osvaldo Luiz e Baranauskas, M. Cecília: "Semiótica e o Design de Software" - Relatório Técnico IC-98-09
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
SEMIÓTICA E O DESIGN - Parte I
Neste artigo falarei um pouco da relação da semiótica com design, assunto muito interessante e vasto, com base nas idéias de mestres como Charles Sanders Peirce, Charles Morris, Roman Jakobson e Umberto Eco.Surgiu junto com a filosofia, na época da Grécia antiga e vem se desenvolvendo até hoje. Mas, somente há cerca de dois ou três séculos, é que começaram a surgir aqueles que seriam considerados os pais da semiótica. No início do século XX, com os trabalhos de Ferdinand de Saussure e Peirce, a semiótica começou a adquirir status de ciência.
sábado, 10 de janeiro de 2009
DESIGN EMOCIONAL: CONTRIBUINDO PARA UMA NOVA FORMA DE PROJETAR
“Design Emocional” trata-se de uma perspectiva, a partir da qual o Design considera, primordialmente, o usuário e seu modo de se relacionar com os objetos que os cerca. A idéia fundadora desta nova abordagem é muito mais do que desempenhar funções mecânicas; os produtos participam de nossas ações cotidianas, de nossas experiências e desencadeiam reações variadas e emoções fortes, fracas, positivas e negativas. Assim sendo, além de serem eficientes e funcionais, os produtos também devem favorecer as ações do dia a dia de seus usuários, proporcionar experiências agradáveis e sentimentos positivos. Desse modo, entendo que o Design também pode incluir o planejamento e desenvolvimento das experiências intermediadas por seus produtos e sentimentos por eles evocados - o Projeto de Design Dekaninite, serve como exemplo. Este processo pode, ainda, dar existência a ações sociais responsáveis e voltadas para o bem estar da sociedade. A produção teórica e prática no âmbito do Design Emocional vem sendo conduzida a partir de abordagens teóricas e metodológicas variadas. Devemos portanto compreender a definição de Design e Emoção e com isto desenvolver metodologias de projeto voltadas para a promoção de experiências prazerosas, sentimentos positivos e, sobretudo, condutas sintonizadas com o bem coletivo.
O Design Emocional é um campo que abarca diversas abordagens. Estas sub-categorias devem ser aprimoradas e aprofundadas a partir da análise de seus respectivos exemplos, e de um novo levantamento de exemplos. Entendemos que a partir deste refinamento e, sobretudo, da análise dos atributos destes exemplos, poderemos levantar subsídios para o desenvolvimento de metodologias de projeto voltadas para a promoção de experiências prazerosas, sentimentos positivos e condutas sintonizadas com o bem coletivo.
(Fellix Satto)
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Dekaninite - 9º Lugar em Milão

DE KA NI NI TE
DESIGNER FELLIX SATTO
Histórico dos Elementos
No fim quando tudo o que havia era o vazio, eis que ressurge O 5º Elemento - trazendo consigo uma série de Conceitos No Design
Breve Histórico:
Planeta Térreo – País Brasilis – Estado Erpiroo Sawto – Cidade Victa
Data: 14 de Janeiro de 2106
População Terrena: 145 habitantes (Sobreviventes do Aquecimento Global Terrestre)
Histórico dos Habitantes Existentes
Denise Buzetto (Elemento AR) – Considerada Extinta em 14 de Janeiro de 2102
Monika Serrão (Elemento Terra) – Considerada Extinta em 14 de Janeiro de 2103
Sônia Iamonde (Elemento Água) – Considerada Extinta em 14 de Janeiro de 2104
Heloísa Terra (Elemento Fogo)– Considerada Extinta em 14 de Janeiro de 2105
O Térreo foi dizimado, apenas quatro seres terrenos havia chances de sobreviver a triste e iminente destruição do Planeta.
Esses seres haviam conquistado durante anos, incríveis taxas imunológicas.
Foram estudados e descobertos por um Anjo Astro (cientista de outra galáxia) que via nesses seres a possibilidade da salvação do Planeta.
Este Anjo Astro seqüestrou essas pessoas levando-as para sua Galáxia chamada “NI”, pois havia descoberto que estes seres possuíam o Poder dos 4 elementos – AR, ÁGUA, TERRA e FOGO.
Em 14 de Janeiro de 2102, Denise Buzetto, foi levada para os laboratórios da Galáxia “NI”, com isto o Ar do Planeta ficou escasso, as pessoas perdiam o fôlego com o mínimo de esforço, um caos. Um ano depois, Monika Serrão foi raptada levando consigo toda a fertilidade do solo, a terra havia se tornada imprópria para o cultivo.
Em 14 de Janeiro de 2104 foi à vez de Sonia Iamonde, os rios petrificaram, não havia nuvens no céu, nenhum indício de chuva, o caos transformou-se em Apocalipse.
O Planeta era só FOGO, o Aquecimento Global ganhara um novo aliado para a destruição definitiva do Planeta, mais o Anjo Astro em 14 de Janeiro de 2105 leva para os laboratórios da Galáxia “NI”, Heloísa Terra dona do elemento Fogo. Seria o Fim?
Neste momento o Planeta Térreo era pura destruição, não existia absolutamente nada.
Os sobreviventes estavam mortos psicologicamente. Não acreditavam no real, pois o real, ali não existia mais.
Os Quatros Elementos eram complementares à sobrevivência da pequena população existente. Um supria o outro.
Foram levados extratégicamente, apenas para a consolidação do Planeta.
Com a retirada destes 4 Elementos, não havia mais o Aquecimento Global, pois não existia mais Ar, rios e mares para se poluir, Florestas para o desmatamento, sem florestas, sem o Ar, não existia mais queimadas, as árvores não nasciam - Sim Era o fim.
O Fim de um Novo Começo
O Anjo Astro concluiu seus estudos científicos, em 11 de Agosto de 2106 – Centenário de seu Seqüestro. Este Anjo Astro, foi seqüestrado em 11 de Agosto de 2006 – deixando no Planeta Muitas Saudades. Considerado morto pelos nativos do Planeta o Anjo Astro foi escolhido entre milhões de habitantes, para ser o 5º elemento, tendo a responsabilidade na salvação do Planeta.
No dia 11 de Agosto de 2106 o 5º Elemento retorna ao Planeta Térreo trazendo consigo os 4 elementos DE-KA-NI-TE, sua NAVE era Surreal, a chegada dos elementos aglomerou a pequena multidão existente.
Um rapaz curioso reconheceu de imediato os 4 Elementos Poderosíssimos, só que um Elemento havia lhe chamado a atenção, o 5º - Era o grande amor que lhe foi retirado há 100 anos. Seus olhos se encheram de lágrimas, seu corpo tremia, o sorriso que lhe foi tirado há tanto tempo retornará a sua face.
O 5º elemento foi em sua direção e com um sorriso lhe disse:
- Aqui estão os Quatro Elementos, cuide deles com carinho.
Sorria, não chores por mim, tudo isso foi preciso.
fim
Origem da DEKANINITE
O 5º elemento havia retornado para a Galáxia “NI”, mais havia deixado no Reestruturado Planeta Térreo uma lembrança para o Grande Amor de sua vida. O símbolo de representação do amor eterno era uma réplica de seu Astro Nave.
Com o Planeta reestruturado, ouve a necessidade de criação de vários mobiliários, um deles se destacaria pela sua Forma e Função Estética. O jovem trabalhando na reconstrução do planeta reproduziu a partir de sua réplica amorosa, um assento de 200 mm de Diâmetro, sendo feito a inclusão de um refletor luminotécncico no diâmetro de 150 mm no eixo do assento, cuja função deste refletor será a de lançar um facho perpendicular para cima, podendo assim ser feito um jogo de espelhos acima e iluminar vários locais ao mesmo tempo, as pessoas ficariam acomodadas no assento de madeira de demolição e couro de peixe recicláveis, admirando obras de artes, conversando, ou mesmo esperando ser atendidas em determinados locais (lojas, shoppings, etc.). Sua base é revestida com fios de Bananeiras e Junco, possui rodízios embutidos para facilitar o uso beneficio.
Locais de Uso:
Museus e Galerias de Grande Porte, Jardins, Shopping’s, Grandes Eventos, Lojas de Grifes com Grande Amplitude Arquitetônica, Salas Residenciais.
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O nome refere-se aos 5 Elementos – Representados por Pessoas que conheci na Faculdade de Design de Interiores (FAESA-ES), cujo carinho que possuo é inenarrável. São Elas:
Denise Buzetto – Monika Serrão – Sonia Iamonde – Heloísa Terra
Em especial àquele que esteve ao meu lado dos 3 aos 23 anos.
Meu melhor amigo, meu confidente, meu companheiro.
Agradeço do fundo de minha alma, por ter vivido momentos mágicos ao seu lado.
Ao meu Eterno Amado, Niccos Jann Duarte Rabello de Alencar “in-memória”, que lá do alto cuida de mim.
Fellix Satto



























